Babosa para tratar varizes

As varizes são acúmulos de sangue que ocorre em consequência de deformidade das veias por inúmeras razões. O principal motivo é a má circulação sanguínea.

Esta doença atinge muito mais as mulheres, chegando a 5 vezes mais do que atinge os homens. Isso porque um dos grandes causadores das varizes é a gravidez e os hormônios.

Especialistas afirmam que de 15% a 20% da população sofre atualmente com este problema de varizes, mas existem tratamentos naturais,  alguns são produtos que você pode comprar como Varizero, outros são feitos com plantas como a babosa que pode ser eficiente. Vamos saber mais dele a seguir.

Sintomas das varizes

As varizes são mais comuns nos membros inferiores, mas podem ocorrer em várias partes do corpo como por exemplo: útero, abdômen, braços, bolsa escrotal e etc.

Geralmente consistem em pequenos vasos rosados no início, mas que podem passar para cor arroxeada ou azulada com aspecto protuberante e granuloso.

As queixas mais comuns de quem sofre de varizes são: cansaço (quando atinge as pernas), dor, ardência, sensação de calor e formigamento no local, entre outros.

Nos casos mais críticos podem surgir úlceras acompanhadas de muita dor.

No entanto o que causa muito desconforto, principalmente nas mulheres é o aspecto antiestético deixado pela coloração das varizes.

Tratamento das varizes

O tratamento das varizes vão depender do estágio de evolução da doença.

O ideal é procurar orientação de um especialista que irá indicar o tratamento correto de acordo com o seu caso.

Os tratamentos podem variar desde produtos naturais até um procedimento cirúrgico.

Tratamento natural para varizes

Se você procura por um tratamento natural, saiba que são muitos os relatos de pacientes que conseguiram ótimos resultados nesta opção.

Podemos começar comentando sobre o uso da babosa (Aloe Vera), que tem ganhado destaque no tratamento das varizes.

  • Como utilizar a babosa

Já existe no mercado produtos à base de babosa em forma de gel, que podem ser aplicados na área afetada. Possuem ação antitérmica que aliviam a sensação de calor.

Também possuem propriedades anestésicas, para aliviar a dor, anti-inflamatórios, que ajudam a combater as infecções e cicatrizante poderoso, que penetra vários níveis da pele.

Você pode também fazer seu gel em casa, usando a babosa in natura.

Você vai precisar do gel de uma folha grande de babosa batido no liquidificador com um copo de água. Espalhe na região afetada pelas varizes e deixe agir.

Aviso: Faça uso da babosa somente para aplicações externas. A Anvisa não autoriza a utilização esta planta para alimentos industrializados. Não existem pesquisas cientificas que garantam segurança para sua ingestão.

Dicas para hidratar cabelos lisos sem deixá-los oleosos e pesados

Quem não quer ter cabelos saudáveis e bonitos? Um erro muito comum é achar que quem tem fios super lisos não precisa investir em hidratação, quando, na verdade, é o contrário.

Cabelos lisos, se não forem bem cuidados, podem passar a sensação de oleosidade, de péssimo caimento, ou um aspecto de sujo… enfim, a verdade é que cabelos, seja o tipo que for, exigem cuidados específicos, e hidratar é um deles.

Nesse sentido, um produto pode servir muito bem à uma pessoa com cachos e, por outro lado, não servir para quem tem fios super lisos.

O fato é que todos os tipos de cabelos precisam de hidratação, e quem tem fios lisos sempre tem a mesma dúvida: será que vai pesar? E se ficar oleoso?

Pensando nisso, resolvemos mostrar aqui como hidratar cabelos lisos sem deixá-los oleosos ou pesados. Confira!

Hidratar ou não hidratar?

Hidratar, claro, porém, com o produto certo! Realmente, não é assim tão fácil escolher o produto certo, hidratar os fios lisos sem que fiquem pesados ou melados.

Sem dúvida, quem  tem fios super lisos sabe muito bem o que é isso, errar na mão, ou no produto.

É preciso entender que esse tipo de cabelo  já tem uma lubrificação natural no couro cabeludo, por isso, as chances de usar o produto errado, ou a quantidade e deixá-los pesados são grandes.

Confira abaixo como hidratar seus fios de um jeito que não pesem, que fiquem sedosos sem ficarem oleosos.

A escolha dos produtos

O sucesso de qualquer hidratação sempre passa pela escolha dos produtos certos, como o cabelo super liso já tem uma lubrificação natural, a hidratação precisa ser feita de acordo com os procedimentos químicos presentes no cabelo.

Cabelos sem nenhuma química; lisos com coloração; sem volume e finos; hoje existem no mercado ótimas opções voltadas para cada um desses tipos de cabelos, sendo fundamental prestar muita atenção ao rótulo do produto.

Invista também em produtos para fortalecer os cabelos, que agem de dentro pra fora, como os encapsulados, Big Hair funciona bem neste caso.

Sem óleo

É preciso ter em mente que mesmo sendo necessária a hidratação, até em fios lisos, nesses caso, é preciso ter cuidado para não escolher produtos pesados, com muito óleo em sua composição pois, como foi dito, fios super lisos, já possuem oleosidade natural.

Assim, opte por produtos com aminoácidos para as pontas, que deixam os cabelos maleáveis e devolvem as proteínas dos fios, sem deixá-los pesados.

Saiba que cabelos muito lisos precisam muito mais de água do que de óleo. Vale investir em óleo Light, no entanto, apenas na finalização, mas bemmmm pouquinho, para não pesar ou deixar o cabelo com cara de sujo.

Intercale tratamentos

Nem sempre investir só em uma máscara basta para deixar os cabelos mais leves e saudáveis, as vezes é preciso intercalar os tratamentos, justamente, para que o cabelo não fique pesado.

Assim, invista em produtos específicos para o tipo de química no cabelo, por exemplo, se você tem mechas e coloração, intercale hidratação com uma máscara nutritiva nas pontas, evitando máscaras hidratantes demais, principalmente, se os seus fios forem muito finos, e óleo em excesso.

Pronto, com essa dicas, com certeza, seus fios estarão protegidos, mas sem pesar ou ficarem oleosos.

Próstata: Conheça os Principais Tipos de prostatite

Como o próprio nome sugere, Prostatite significa inflamação da próstata e, diferente do câncer e da hiperplasia benigna da próstata (HBP), que geralmente afetam homens mais velhos, a prostatite afeta homens de qualquer idade.

O que muita gente não sabe, no entanto, é que a prostatite pode ser de vários tipos, por isso, ela é classificada em quatro categorias, cada uma exigindo um tipo diferente de tratamento. Vamos conhecê-las?

Lembrando que existem muitos tipos de produtos naturais para resolver o problema de prostatite, um deles é o renova prost que é um suplemento natural em cápsulas para tratar e prevenir doenças de próstata.

1. Infecção aguda da próstata

Ela aparece de forma repentina e é causada por bactérias, felizmente, ela é a forma menos comum, pois é a mais difícil de tratar, tendo como principais sintomas a febre alta, calafrios, dores articulares e, muitas vezes, na base do pênis, musculares e fadiga profunda.

Nesse caso, conforme a próstata vai inchando, mais difícil vai sendo  urinar, geralmente, com a corrente de urina ficando bem fraca.

Há casos em que a pessoa já nem consegue mais urinar, então, é sinal de  que a próstata está bloqueando completamente o fluxo de urina, sendo necessária, então, a hospitalização.

O tratamento é feito por meio de antibióticos, aliviando as dores na próstata, sendo fundamental não abandonar o tratamento, mesmo que apresente melhoras no quadro, para evitar que a infecção retorne.

São recomendados banhos quentes, para aliviar desconfortos e dores na próstata, amaciantes de fezes e analgésicos de venda livre, como aspirina ou ibuprofeno, além de muito líquido, para ajudar a expulsar as bactérias.

2. Prostatite bacteriana crônica

Também causada por bactérias, mas sendo mais comum em homens mais velhos que têm HBP.

Diferentemente da forma aguda,  esse tipo de prostatite é mais sutil, podendo começar de forma insidiosa e persistir por semanas ou mesmo meses.

Os sintomas não incluem febre, por outro lado, esse tipo de prostatite cause uma vontade súbita de urinar, micção frequente, dor ao urinar, dores na próstata ou a necessidade de se levantar à noite para urinar, ou ainda,   dor lombar, dor no reto ou sensação de peso atrás do escroto, ou verificar a presença de sangue no sêmen.

O tratamento é a base de antibióticos, geralmente por um a três meses, embora, mesmo com o tratamento prolongado, geralmente, a infecção se repete.

3. Prostatite não bacteriana crônica

Já, esse tipo de prostatite também é chamada de síndrome da dor pélvica crônica, é a forma mais comum de prostatite.

Embora os sintomas sejam parecidos com os da prostatite bacteriana crônica, não há evidências que seja causada por bactéria, e identificar a causa é difícil.

Segundo estudos, a prostatite crônica não bacteriana pode ter uma série de causas, podendo ir do estresse, um agente infeccioso indetectável, um trauma físico ou lesão na área geniturinária.

O tratamento desse tipo de prostatite pode incluir antibióticos, analgésicos, medicamento para reduzir o desejo de urinar, medicamento para aliviar o fluxo de urina, terapias alternativas.

4. Prostatite inflamatória assintomática

Esse tipo de prostatite não é de fácil identificação, geralmente, só descoberta ao se fazer testes para infertilidade ou outros distúrbios da próstata, onde se percebe a  presença de glóbulos brancos na urina ou nas secreções da próstata.

Por não apresentar sintomas e nem ter uma causa conhecida, não é tratada.

Enfim, é fundamental procurar sempre um profissional ao perceber sintomas anormais, como dores na próstata, que podem causar outras doenças além do câncer e do inchaço na glândula, e quanto antes se tratar , maior será a chance de cura e de não resultar em outros problemas.

Diabetes tipo 1 e tipo 2: quais são os sintomas que não devem ser esquecidos?

O diabetes, uma patologia incapacitante espalhada por todo o mundo, manifesta-se com sintomas específicos. O que eles são? Vamos descobrir juntos.

A diabetes é uma das doenças mais metabólicos graves e generalizados. Quais são os sintomas que anunciam sua presença? Vamos descobrir os principais.

Como ocorre o diabetes?

Antes de chegar ao cerne dos sintomas do diabetes , lembremos da diferença entre diabetes tipo 1 e diabetes tipo 2. O primeiro pode ocorrer em qualquer idade, mas é muito mais frequente na infância e adolescência.

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A diabetes de tipo 2, no entanto, é a forma mais frequente e tende a aparecer especialmente em idade adulta. Outra diferença em relação à diabetes tipo 1 diz respeito ao início, geralmente mais lento. Dito isto, vamos ver alguns dos principais sintomas.

Diabetes tipo 1, sintomas

A diabetes Tipo 1 é caracterizada por múltiplos sintomas que incluem a emissão de urina aumentado, cientificamente conhecido como poliúria. Também não deve ser esquecido a polidipsia, ou o aumento da sede.

Ao falar sobre os sintomas do diabetes tipo 1 , é útil também questionar o aumento do apetite associado a uma perda de peso difícil de explicar. Lembre-se de que essa doença geralmente começa antes dos 20 anos. Como mencionado acima, também podemos falar de sua aparência no primeiro ano de vida do paciente.

Diabetes tipo 2, os sinais

Na maioria dos casos, o diabetes tipo 2 começa exatamente como o tipo 1. O diabetes , que pode permanecer em silêncio por muitos anos, é manifestado por sinais como aumento da sede, fadiga crônica, aumento da diurese , a perda de peso acima mencionada difícil de explicar e associada à ingestão de mais alimentos.

O estilo de vida é crucial para a prevenção , que inclui atenção ao movimento por pelo menos 30 minutos por dia, mas também cuidados dietéticos, com uma diminuição na ingestão de açúcares e ácidos graxos saturados, que devem ser substituídos por ácidos graxos essenciais como ômega 3.

Fique atento a todos estes sinais e se desconfiar que pode estar com algum tipo de diabetes, não hesite em procurar ajuda profissional, marque uma consulta médica o quanto antes, afinal qualquer doença é bom ser descoberta no início e caso não seja nada, você ficará muito mais tranquilo(a).

Se você é hipertenso, doe sangue a cada três meses

Um estudo realizado no Hospital Universitário Charité, em Berlim, prova que a doação de sangue pode reduzir a dose ou tornar desnecessários os medicamentos.

a Espanha, quatro em cada dez pessoas com mais de 18 anos têm pressão alta. Metade é diagnosticada e a grande maioria usa drogas para controlá-lo. É importante controlar a hipertensão porque multiplica o risco de sofrer um ataque cardíaco ou cerebral.

Todos os medicamentos prescritos contra a hipertensão têm efeitos colaterais. Portanto, existem estratégias interessantes que podem ser eficazes sem recorrer a drogas . Dieta terapêutica, exercício físico e algumas plantas medicinais são úteis, mas uma investigação do prestigiado hospital universitário Charité em BerlimEle descobriu outra terapia eficaz: doar sangue a cada três meses.

DOAR SANGUE QUATRO VEZES POR ANO SERVE PARA CONTROLAR A PRESSÃO ARTERIAL

Os médicos alemães ficaram impressionados com o fato de seus pacientes hipertensos terem sua pressão arterial baixada para valores normais toda vez que doavam sangue por razões humanitárias. Para entender melhor, eles recrutaram 150 pessoas hipertensas que doavam sangue a cada três meses durante um ano.

Eles tiveram sua pressão arterial medida antes e após cada coleta de sangue (cerca de 500 ml, o que é normal no procedimento de doação). Os pesquisadores descobriram que os valores foram significativamente reduzidos: uma média de 16 mmHg no valor sistólico e 7 mmHg no diastólico.

Alguns pacientes conseguiram reduzir a dose do medicamento que estavam tomando ou até parar de tomá-lo.

RENOVAÇÃO DE GLÓBULOS VERMELHOS

Os autores do estudo verificaram que, se a doação é feita a cada três meses, os valores de tensão permanecem baixos e estáveis. Eles acreditam que o efeito terapêutico se deve ao fato de a extração causar uma renovação dos glóbulos vermelhos. Estes são mais elásticos e menos pressão é necessária para bombear o sangue e levá-lo a todos os cantos do corpo.

Os médicos aconselham todos os pacientes hipertensos, especialmente aqueles com valores mais altos, a doar sangue e discutir com seus médicos se eles podem reavaliar a quantidade de medicamento de que precisam.

Outra vantagem da doação hipertensiva é que qualquer problema de suprimento de sangue nos hospitais seria eliminado para salvar muitas vidas.